Novo Sistema de Frente de Caixa com Comanda eletrônica e Touch Screen

O novo sistema de Frente de Caixa visa agilizar os processos comercias com a tecnologia dos computadores de mão (Smart’s Phones, Pocket PC’s e PDA’s) e de redes sem fio, aqui referenciados como COMANDA ELETRÔNICA.

O sistema foi projetado para rodar utilizando uma rede sem fio, onde existe um servidor e os pontos de acesso rápido. Pré requisitos

  • Servidor:

    • Sistema operacional Windows XP com SP2 ou superior;

    • Internet Information Services 5 ou superior;

    • .Net Framework versão 2.0 ou superior;

  • Infra-estrutura:

    • Roteador ou Access point wireless;

  • Pocket PC (Palm)

    • Qualquer Pocket PC ou Smart Phone com wireless e Windows Mobile 2003 ou superior;

O objetivo principal deste sistema é agilizar processos de maneira segura, sem perder eficiência. Pesquisas apontam que estabelecimentos que utilizam sistemas com comandas eletrônicas atendem mais rápido (redução de tempo em quase 30%), além de ser mais fácil alterar pedidos sem ambigüidades e a mobilidade que um PDA pode oferecer

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O Novo Sistema de Frente de Caixa oferece todos os benefícios citados, além de sua interface simples e intuitiva. Veja a cima a tela de acesso apresentada na COMANDA ELETRÔNICA

Com a inovação, o famoso “Bloquinho” para anotar os pedidos é deixado de lado. Através da COMANDA ELETRÔNICA, o atendente vai até o cliente e faz o seu pedido. Com a confirmação do pedido, este vai direto para a cozinha. Não é necessário a comunicação entre o atendente e a cozinha para a execução do pedido, o que torna o processo mais funcional.

A nova tela Touch Screen, funcional mesmo para estações sem este recurso, apenas com o teclado, além de funcionar com o teclado etiquetado por produto, agilizando o uso do sistema, possui novos recursos, mais eficientes e mais funcionais.

Veja a seguir a tela de frente de caixa:

Frente de Caixa

Veja a baixo a tela de montagem de pedidos da COMANDA ELETRÔNICA: simples e funcional, fazendo com que seja fácil a implantação e treinamento dos usuários sistema.

Montagem de pedidos da comanda eletronica

A AUTOBYTE, visando sempre produzir softwares que atendem as mais variadas necessidades do mercado sempre com a melhor relação custo x benefício, para os mais diversos segmentos e buscando incessante novas tecnologias para garantir o melhor produto para nossos clientes, espera que seu sistema possa atender e superar expectativas e necessidade de seus clientes.

Para maiores informações sobre o Software, Orçamentes e informações no geral, entre em contato com a AUTOBYTE através dos telefone (11) 3459-7193 / (11)2971-0102 ou pelo e-mail: vendas@autobyte.com.br.

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Guia de Automação Comercial

April 29, 2009 by · Leave a Comment
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Nesta edição continuaremos a falar sobre a automação comercial de supermercados, abordando o assunto implantação.

1 – Comece pela retaguarda: Mesmo se a sua prioridade for agilizar o atendimento no caixa, é aconselhável começar o processo de implantação da automação comercial pela retaguarda. Isso porque a frente de loja automatizada gera informações que sem a retaguarda preparada não adianta nada. Na retaguarda, você irá automatizar as seguintes atividades: pedido de compra; recepção de mercadorias; armazenamento e  distribuição de produtos para lojas; precificação e reposição de mercadorias; recepção de mercadorias, armazenamento e distribuição de produtos para lojas; precificação (margens, análises de rentabilidade); reposição de mercadorias. Irá controlar o estoque; analisar o perfil da clientela; a rentabilidade por produto, entre outras  atividades. Com a automação da retaguarda, você irá administrar melhor o estoque e o giro da sua loja. Isso porque você terá a curva ABC de vendas e rentabilidade de produtos.

Lembre-se que hoje em dia, estoque grande significa dinheiro parado. Além disso, sabendo quais os produtos mais vendidos, fica mais fácil fazer a reposição de mercadoria corretamente e investir em produtos que realmente dão lucro. Essas informações também vão dar mais poder de fogo para você negociar com seus fornecedores e, assim, melhorar as condições de compra. Outro benefício é a  possibilidade de diminuir o índice de perdas da sua loja. Com a automação da retaguarda, ao controlar o recebimento e armazenagem de mercadorias, problemas com produtos com data de validade vencida na prateleira, armazenamento inadequado e roubo tendem a desaparecer.

 

2 – Uma ação de cada vez: Faça a implantação do sistema de automação por áreas. Depois de estar concluída a automação da retaguarda, por exemplo, dê início ao processo na área financeira do supermercado e, depois de concluído, passe para outro setor. É importante concluir e resolver os problemas de cada área, um de cada vez.

Nas áreas financeiras/administrativa, o controle do contas a pagar e a receber; fluxo de caixa, despesas, custo de pessoal, entre outras atividades, passarão a ser controlados pelo sistema. Por essa razão, na hora de escolher o programa que irá automatizar o seu negócio, certifique-se de que ele irá fornecer todos os relatórios gerenciais necessários para sua atividade. Ao automatizar essas áreas, ficará mais fácil saber a real situação financeira da sua empresa e identificar com mais precisão os setores e áreas que justificam investimento.

 

3 – Por último, a frente de loja: Só depois da automação da retaguarda e das áreas administrativa/financeira estarem prontas, comece a implantar o sistema de frente de loja. Comece com a implantação do check-out (caixa), onde será instalado o PDV ou a  máquina registradora e seus periféricos. Como o sistema da retaguarda já registrou todos os produtos comercializados na loja (com seus devidos códigos e preços), ficará  mais fácil colocá-lo em operação. Aqui, será mais uma questão de conexão de equipamentos e integrar a base do banco de dados do seu supermercado.
Com a frente de loja automatizada, atividades como o registro de venda ao consumidor, emissão de cupom fiscal, preenchimento e liberação de cheques, recebimento de cartão de crédito/débito, trocas e devoluções, concessão de crédito, preços e condições de pagamento serão realizados pelo operador do caixa sem perda de tempo. Toda a movimentação da loja registrada no caixa irá gerar dados que abastecerão o sistema de retaguarda. Assim, entre outros benefícios, você saberá o momento certo para repor determinada mercadoria. Essas informações também serão usadas pelo sistema administrativo e financeiro da sua loja.
Além da possibilidade de atender o seu cliente mais rapidamente e oferecer serviços de qualidade, um dos benefícios desse investimento será, com certeza, a diminuição no recebimento de cheques sem fundos, pois o sistema permite a consulta nos órgãos de proteção ao crédito antes do preenchimento do cheque. Além disso, com o leitor ótico (scanner de código de barras) erros na digitação de preços de produtos serão praticamente eliminados.

 

4 – Não dispense ajuda: Mesmo com o projeto de automação concluído, não dispense imediatamente o profissional especializado. Computadores estão sujeitos a falhas e as pessoas que trabalham com eles também podem não otimizar todos os seus recursos.
Por essa razão, é importante manter o relacionamento de parceria com o seu fornecedor. O processo de acompanhamento, assistência técnica, manutenção e atualização do sistema têm que estar previstos no contrato.

Fonte: Revista Automasoft e Bematech.

Guia de Automação Comercial

March 27, 2009 by · Leave a Comment
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Nesta edição continuaremos a falar sobre a automação comercial de supermercados, abordando o assunto planejamento. Um projeto mal planejado por acabar com qualquer probabilidade de sucesso, por isso esta etapa é muito importante.

 

1 – Escolha de um responsável:

Nesta fase, primeiramente eleja um responsável pela elaboração do plano. Pode ser um sócio, um gerente, o responsável pela área de informática ou um consultor externo.Além de dominar todas as características do negócio, a pessoa responsável deve entender ou estar disposta a aprender sobre informática e automação. Este responsável também precisará dispor de tempo para se dedicar ao projeto do começo ao fim. Mas não basta apenas o responsável estar envolvido. O sucesso do processo de automação comercial depende do comprometimento de todos os envolvidos, principalmente dos proprietários e gerentes.

 

2 – Registre tudo:

Durante a etapa de planejamento, registre tudo. Faça um relatório (ou inventário) minucioso sobre todas as fases de trabalho do seu supermercado: das atividades do setor administrativo e financeiro, e da retaguarda à frente de loja. Nesse relatório, vá enumerando os principais problemas, como morosidade no atendimento ao cliente, necessidade de implantar o ECF, quebra do estoque, entre outros. A redação desse relatório é uma oportunidade para você pensar em relação a suas dúvidas, sobre o seu negócio e sobre o que espera com o investimento em automação comercial

 

3 – Identifique suas necessidades:

Orelatório elaborado no item 2 será útil para essa fase. Ao identificar os principais problemas do seu negócio, automaticamente você conseguirá identificar as suas necessidades. Ou seja, o que é preciso melhorar nas etapas de trabalho do seu supermercado. Com isso, ficará mais fácil saber o que você espera aoinvestir em automação comercial. Após concluir o levantamento, é necessário estabelecer uma prioridade de ação. Uma forma é começando pelas atividades que podem ser automatizadas de modo mais simples e rápido. Outra maneira é saber quais delas são realizadas de forma precária e onde a automação trará resultados positivos mais rapidamente nas suas execuções. Identificando suas necessidades, estabeleça metas,  prioridades e concentre-se nelas.

 

4 – Procure ajuda:

Como supermercadista, você sabe como manter o mix de produtos certo, como  aumentar o giro, etc… Enfim, sua obrigação é entender do seu negócio. Se até hoje você tem fugido do assunto automação porque não conhece nada sobre ele, saiba que isso não é uma barreira, pois há profissionais especializados prontos para ajudá-lo. Outra saída é visitar outros estabelecimentos comerciais que já estejam automatizados. Procure saber detalhes sobre o processo de implantação, suas dificuldades e benefícios. Existem também eventos e livros especializados sobre o assunto. Consultores e software houses especializados em automação comercial também poderão auxiliá-lo.

 

5 – Escolha o fornecedor certo:

Com o relatório (inventário) pronto (elaborado no item 2), com os problemas, necessidades, prioridades e metas levantadas, e depois de se inteirar sobre o assunto, é hora de escolher os fornecedores da solução, que pode ser: um consultor, uma software house, ou um revendedor especializado em automação comercial que ofereça a solução completa (o software e os equipamentos).
Não use como critério de escolha o preço dos serviços, programas ou equipamentos. Procure referências desse fornecedor e visite alguns dos clientes que já usaram os serviços dele. Sua experiência no setor, suporte técnico e treinamentos oferecidos são quesitos mais importantes do que o preço.

 

6 – Elabore um cronograma:

Depois de escolhido o fornecedor, elabore junto com ele um cronograma físico e  financeiro detalhado de todo o processo de automação comercial.
Esse cronograma servirá para traçar alternativas no processo de implantação e apontar por onde começar. Atualmente, a maioria dos aplicativos (programas) é comercializada em módulos, e pode ser interessante, financeiramente, dividir sua aquisição em diversas subetapas. Essa montagem de alternativas também permite avaliar as vantagens e desvantagens de recorrer ao financiamento de terceiros (como leasing e empréstimos bancários, entre outros) para aquisição de programas e equipamentos.

 

7 – O software em primeiro lugar:

Um dos principais erros em um processo de automação é a aquisição de equipamentos antes da escolha do programa a ser adotado. Sabendo exatamente o que se quer de um sistema de Automação Comercial fica mais fácil escolher o software (programa/aplicativo) adequado. Lembre-se que a finalidade básica de um programa é resolver os seus problemas. O software pode ser desenvolvido especialmente para a  sua empresa. Nesse caso, o custo é mais alto, mas em compensação você terá um programa feito sob medida para atender todas às suas necessidades.
Outra alternativa são os programas disponíveis no mercado conhecidos como pacotes, prontos para ser usados. É uma opção interessante, pois, além de mais baratos, eles  podem ser utilizados em todas as áreas do seu negócio e ainda permitem algumas adaptações para atender às suas necessidades individuais. Na escolha do programa, lembre-se que a tendência é o seu supermercado evoluir. Portanto, esse software deve prever o crescimento do negócio.

 

8 – Primeiro o programa, depois os equipamentos:

Além da compatibilidade com o programa a ser adotado, há outros quesitos a serem  observados na escolha dos equipamentos de automação comercial, como capacidade (não compre um microcomputador com tecnologia obsoleta, ou seja, fora de uso / antiga). Vale mais a pena comprar um equipamento mais caro, mas com vida útil também mais longa. Verifique os serviços de assistência técnica e o período de garantia do produto. O mesmo vale para outros equipamentos, como os periféricos  (impressoras de cheque, scanners, balanças eletrônicas, entre outros).
Não compare só o preço, mas o custo/benefício de cada um deles. Um scanner pode ser mais caro do que o outro, por exemplo, mas em compensação ele pode realizar a  leitura de código de barras mais rapidamente e com menos probabilidade de erros.

 

9 – Pense no futuro:

Dimensione o sistema e equipamentos pensando na evolução do negócio e não apenas nas suas necessidades atuais. O sistema de automação tem que estar preparado para esse crescimento. Com certeza o seu movimento crescerá e, com isso, aumentará o  número de itens em seu estoque, obrigando a um controle maior sobre eles. Conseqüentemente, aumentará a necessidade de se possuir um controle financeiro mais eficiente, um melhor controle sobre os fornecedores e assim sucessivamente, numa verdadeira reação em cadeia.

Fonte: Revista Automasoft

Como funciona a automação de Supermercados ?

March 25, 2009 by · Leave a Comment
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Na edição anterior, iniciamos nossa coleção de matérias sobre como automatizar. Nesta edição, veremos a primeira parte sobre como funciona o processo de automação de um supermercado, não importando o tamanho do estabelecimento comercial, pois as premissas e os conceitos são válidos para o tipo do negócio.
As diferenças entre um grande hipermercado e um pequeno supermercado estão no tamanho de suas operações, mas os procedimentos administrativos e operacionais são os mesmo.
A seguir veremos com mais detalhes todos esses processos.

1 – Recebimento / Depósito:

As operações de recebimento, armazenagem e distribuição são feitas por scanners, que registram a entrada e a saída de mercadorias na hora em que são movimentadas. Os dados são enviados à administração, que se mantém informada em tempo real sobre a posição do estoque.

2 – Área de Vendas:

Scanners e coletores de dados monitoram a reposição de itens nas gôndolas. Displays ou terminais (tira-teima) multimídia ligados a scanners informam os consumidores sobre preços, localização e características de produtos.

3 – Check-out:

A saída dasmercadorias é registrada por scanners. PDVs processam as informações, que
depois poderão ser lidas no próprio check-out em forma de relatórios ou enviados para a administração. Eles também são capazes de realizar transferência eletrônica de fundos e consultas a serviços de proteção ao crédito. Balanças eletrônicas e impressoras de cheques agilizam o atendimento.

4 – Administração:

Todos os dados gerados pelo depósito, área de vendas e check-out são processados
fornecendo informações precisas sobre nível de estoque, itens mais e menos vendidos, fluxo de caixa, etc. Com base nesses dados, o empresáriopoderá analisar o desempenho de sua empresa e estudar medidas para reduzir custos e estoques, aumentar a produtividade e conhecer os hábitos de consumo dos seus clientes.

5 – Comunicação:

A transmissão e a recepção de dados pedidos, relatórios e notas fiscais entre a empresa/fornecedor e filial/matriz podem ser feitas por meios eletrônicos, como Electronic Data Interchange (EDI) e Internet, garantindo rapidez, eficiência e segurança ao processo.

Passo-a-passo
Ao implantar um sistema de automação comercial, seu supermercado irá oferecer um
atendimento melhor aos seus clientes, o gerenciamento do negócio será otimizado, os dados de todos os setores passarão a ser informações úteis para futuras tomadas de decisão e a possibilidade de tomar uma medida errada (como efetivar uma grande
compra de determinado produto) será muito menor (leia os quadros abaixo). Mas antes de começar um processo de automação comercial e, conseqüentemente, usufruir de todos os seus benefícios, é preciso passar por uma série de etapas. Depois de ler a relação dos equipamentos de automação comercial, você pode achar que tudo se resume à escolha de meia dúzia de máquinas e pronto. Só que essa escolha deve ser feita praticamente por último. Nunca é demais repetir que esse não é um processo que acontece da noite para o dia. Primeiro é preciso planejar, conhecer muito bem suas necessidades e estabelecer um cronograma e metas. E, acima de tudo, é preciso ter muita paciência e prudência. Aventurar-se sozinho no mundo dos softwares(programas) e equipamentos de informática não é uma tarefa fácil. Para você, supermercadista, o mais indicado é procurar a ajuda de um profissional especializado. E a escolha desse profissional também requer cuidados.

A seguir, veja os passos necessários para você entrar, finalmente, na era da automação comercial

Objetivos da Automação Comercial
Melhoria do Atendimento

· Reduzir filas e tempos de espera dos clientes.
· Assegurar informações corretas de preços e prazos de pagamento.
· Expor adequadamente as mercadorias.
 

Racionalização de Processos

· Eliminar tarefas redundantes.
· Diminuir a circulação física de documentos.
· Reduzir o tempo de espera Eliminar pontos de estrangulamento.
· Integrar atividades com fornecedores

 

Aproveitamento da Informação
· Armazenamento correto da informação para uso futuro.

 

Minimização de Erros
· Acabar com redigitação e transcrição das informações.
· Capturar automaticamente os dados.
· Monitorar atividades e desempenhos.

 

Benefícios da Automação Comercial

Produtividade

· Mais vendas.
· Menores custos.
· Mais agilidade para mudanças no ambiente

 

Qualidade


· Melhor atendimento.
· Melhores serviços.
· Menos erros.

 

Gestão mais efetiva

· Melhor controle do fluxo de caixa.
· Melhor condição de negociaçãoBcom fornecedores e clientes.
· Melhor imagem junto ao mercado e cliente.
· Maior Capacidade Competitiva
 

Fonte: Revista Automasoft

A automação comercial

Desde o início das atividades comerciais, o comerciante se preocupa em realizar o melhor negócio possível, buscando sempre o melhor lucro e a satisfação de seu cliente.

Como toda a atividade, o comércio sempre passou por diversas fases de evolução em seus processos, gerando novas necessidades.

No princípio eram as anotações em cadernetas, onde eram anotados os pagamentos a serem feitos, os empréstimos obtidos a “Fio de Bigode”, os recebimentos a vista e os futuros lançados na caderneta do cliente, como as vendas “fiado”.

Com o aumento das vendas e com a necessidade de realizar operações de venda de maneira mais rápida e eficaz, surgiram as máquinas registradoras mecânicas, onde serviram como grandes calculadoras e ao mesmo tempo, uma peça decorativa do estabelecimento. Ainda hoje se usam máquinas registradoras, mas são utilizadas máquinas registradoras digitais, que são muito menores e mais precisas que suas antecessoras.

No cenário nacional, o comércio varejista vem passando por transformações decorrentes da abertura de mercado, por meio da globalização e da vinda de fortes grupos do exterior, gerando grande competitividade. O perfil mais exigente do consumidor e sua perda de poder aquisitivo acirram a concorrência entre os comerciantes.

O acirramento da concorrência leva o setor a buscar a diferenciação, por meio de investimentos em automação e programas de prevenção de perdas, visando à busca da agilidade e eficiência operacional, bem como a preservação das margens. O comércio atual não suporta mais uma simples máquina registradora e uma caderneta para as entradas e saídas de caixa.

Para suprimir essa necessidade, surgiu a automação comercial.

O processo de automação comercial consiste em unir a automatização de processos manuais (como a soma dos produtos comprados pelo cliente, impressão de notas fiscais, etc…) com a informática.

Essa união permite criar soluções precisas e dinâmicas onde o comerciante consegue atender seus clientes de forma ágil e com qualidade e, ao mesmo tempo, é suprimido com informações essenciais para a tomada de decisão de seu negócio (ítens mais vendidos, horário de pico, verificação de lucro ou prejuízo, etc…).

Porém, automatizar uma empresa não é uma tarefa fácil. É necessário não só o conhecimento da área de atuação do comércio, mas também é necessário o conhecimento técnico de software e hardware e suas aplicabilidades. Pensando nisso, a Autobyte irá divulgar um pequeno guia sobre como automatizar uma empresa.

A cada publicação abordaremos uma área do comércio, dentre eles:

  • calçados
  • confecções
  • casas de material para construção
  • padarias
  • restaurantes
  • supermercados.

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