Dica de passeio
Aquário de São Paulo
Com mais de 3.000 metros quadrados, o espaço possui diversos aquários temáticos e espécies raras da fauna brasileira, além de pingüins e tubarões, proporcionando entretenimento e conhecimento aos visitantes, através da visualização e compreensão de diversos ambientes aquáticos.
Há um aquário gigante de 1 milhão de litros de água salgada, e 22 tanques com cerca de 200 espécies de peixes de água doce. Há a réplica de um submarino da II Guerra Mundial em tamanho natural, a reprodução da estação polar brasileira na Antártica, um Cinema 3D, o Museu de Fósseis, e o Vale dos Dinossauros, com réplicas dos grandes répteis e efeitos especiais. A criançada também pode conhecer um pouco o dia a dia dos biólogos e oceanógrafos. Há também animais divididos em 4 temas: Rio Tietê, Selva Brasileira, Pantanal e Amazônia.
Endereço: Rua Huet Barcelar, 407, no Ipiranga, Zona Sul
Para consultar a programação, horários, preços e mais informações: http://www.aquariodesaopaulo.com.br/
Dica cultural
Você sabe de onde vem a expressão “fazer o pé de meia”? E a expressão: “misturar alhos com bugalhos”? Pé-de-Meia é o dinheiro guardado para uma eventualidade ou com um objetivo específico. A expressão veio do costume, entre os pobres na Europa, de usar um velho pé de meia como cofre para guardar economias.
Já o alho (do latim alliu) todo o mundo sabe o que é. Bugalho é uma excrescência arredondada que aparece nas folhas de certas árvores. Esbugalhar é arrancar os bugalhos, que parecem pequenas esferas. Por analogia, ganhou o sentido de abrir muito os olhos, como se eles fossem saltar das órbitas. A assonância e a rima de alhos com bugalhos motivou a expressão “misturar alhos combugalhos”, confundir coisas semelhantes mas distintas. A história das palavras é a história do homem. Elas nascem e atravessam idiomas, mudando quase sempre na forma – para se adaptarem à fala de um povo – e muitas vezes no conteúdo – revelando o olhar e o pensar dos novos usuários. A Casa da Mãe Joana (vol. 1 e 2) de Reinaldo Pimenta é uma coleção de origens curiosas de palavras, frases e marcas. O livro tem como objetivo divertir informando. Por isso, o critério da seleção foi a etimologia-surpresa. Não há nada de surpreendente na origem das palavras cavalo (do latim caballu) e chuva (do latim pluvia). Mas, se alguém disser "Pode tirar o cavalo da chuva!", eis um caso de etimologia-surpresa. “Nenhuma das etimologias aqui expostas foi inventada, com um intuito exclusivo e simplório de fazer graça. Todas, sem exceção, resultaram de estudos com base em artigos e obras de autores especializados no assunto.
A bibliografia ao final é a fonte desse trabalho e uma satisfação obrigatória ao leitor. Em resumo, é o que A Casa da Mãe Joana pretende ser: sério e divertido. Espero que se divirtam seriamente.” O autor.
Guia de Automação Comercial
Nesta edição continuaremos a falar sobre a automação comercial de supermercados, abordando o assunto preparação.
1 – Trabalho em parceria:
Nessa fase, a palavra-chave é parceria. Para o sucesso da implantação do sistema de automação comercial será preciso estabelecer uma relação de parceria. Aqui, o responsável pelo projeto e o profissional especializado escolhido devem confiar muito um no outro.
2 – A hora certa de investir:
Como resultado da etapa de planejamento, já estarão definidos os programas e equipamentos a serem adquiridos, bem como quando eles deverão estar disponíveis. Portanto, não é necessário comprar todos os programas e equipamentos listados de uma única vez. Observe a prioridade e a sua capacidade de investimento, faça isso com calma, controlando o seu orçamento.
3 – Uma pequena reforma:
Provavelmente você precisará executar algumas alterações físicas e operacionais no estabelecimento para, no mínimo, permitir a instalação dos equipamentos. Além disso, durante o inventário um dos problemas apontados pode ser a necessidade de mudanças das gôndolas ou na localização dos caixas. Aproveite esse momento para a reforma.
4 – Treinar é preciso:
Não basta investir apenas na aquisição de equipamentos e sistemas ou na contratação de uma boa consultoria. É necessário que existam pessoas capazes de operá-los adequadamente. Por isso, separe sempre uma parte do orçamento para as atividades de treinamento dos funcionários. Lembrese que esse treinamento tem que ser dado no momento em que o sistema estiver bem próximo de entrar em operação. Afinal, de nada adianta oferecer o treinamento se o funcionário demorar a pôr em prática o que aprendeu.
5 – Tarefas preliminares:
Aqui você vai precisar, e muito, da ajuda do profissional especializado escolhido. Antes de implantar o sistema de automação comercial, é preciso realizar algumas tarefas, como, por exemplo, montar sistema de codificação interno dos produtos; levantar códigos de barra usados nos produtos; levantar inventários; etiquetar mercadorias; encomendar formulários contínuos e outros insumos; configurar e instalar equipamentos, sistema operacional e efetuar a montagem inicial do banco de dados (registrando todo seu mix de produtos, cadastro de fornecedores e de clientes, entre outras fases de trabalho); e realizar teste-piloto para assegurar o funcionamento do sistema.
6 – Cópia de segurança:
Tão importante quanto cadastrar todos os dados no computador é fazer uma cópia de segurança (em disquete, CDROM, ZIP Disk), chamada de backup. Assim, caso o computador quebre, você terá seus dados gravados e, portanto, poderá inserir essas informações em outro micro e continuar o trabalho normalmente. Além da cópia de segurança, outros itens nesse sentido são importantes. Um dos principais é a aquisição de um no-break (equipamento usado para proteger o computador das tensões e falta de energia elétrica. Caso falte energia, a bateria do no-break possibilita que o computador continue sendo usado por determinado período, sem a perda dos dados). Também é necessário instalar um programa antivírus (software/utilitário usado para detectar vírus de computador e limpálos).
7 – Codificando produtos:
Para o varejista que está pretendendo implantar o uso de código de barras é importante que se façam algumas recomendações. Verifique inicialmente quantos fornecedores de seus produtos comercializados já possuem esta caracterização. Se alguns deles ainda não se utilizam deste sistema, é importante que seja prevista alguma forma de emitir as etiquetas com estes códigos, caracterizando, deste modo, cada um dos produtos oferecidos aos consumidores, para facilitar as operações no caixa. Caso o varejista seja o responsável direto pela impressão das etiquetas com os códigos de barras, é necessário que sejam tomados alguns cuidados básicos. É importante que a impressora utilizada tenha resolução suficiente para que o leitor ótico possa entender claramente o código, evitando com isso problemas na sua interpretação.
Para refletir
Espíritos Evoluídos
"Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida de 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros ouviram o choro, diminuíram o passo e olharam para trás.
Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: – Pronto, agora vai sarar! E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos…
Talvez os atletas fossem deficientes mentais… Mas com certeza, não eram deficientes
espirituais… Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta
vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos…"
Comissão de Concurso Público 2008
Dica de passeio
O Parque Ecológico Municipal de Americana “Cid Almeida Franco”, foi inaugurado em 12 de outubro de 1984. Está localizado no final da Avenida Brasil, com uma área de 120 mil metros quadrados. Até a data de inauguração, parte da área era utilizada como local de produção de mudas de árvores e arbustos que serviam para abastecer as praças da cidade. Posteriormente foi transformado em um dos mais bem estruturados zoológicos do Estado de São Paulo. Atualmente uma das grandes finalidades do parque é utilizar os animais mantidos em cativeiro na realização de trabalhos de educação
ambiental, tentando mostrar que nós temos a grande responsabilidade na sobrevivência das espécies animais e vegetais.
Contando com aproximadamente 500 animais (entre répteis, aves e mamíferos) no parque.
Dica cultural
O inverno em Campos do Jordão já começou! O movimento nos finais de semana dá uma dimensão disso. Pousadas e hotéis lotados, restaurantes cheios, carros importados e nas ruas muita gente bonita. A receita desse sucesso é: frio, boa comida, charme, novidades de consumo e principalmente a natureza privilegiada. Mas não é só isso o que acontece por lá, o Festival Internacional de Inverno, que acontece entre 5 e 27 de julho, dá um brilho especial para Campos do Jordão, levando às montanhas o glamour e a harmonia da música clássica. Além de muitos outros eventos e atividades culturais que acontecem na cidade toda. Não deixe de conferir também as foundes do grupo Cozinha da Montanha que oferecerão novidades inspiradas no tema música e literatura tais como as quatro estações (queijo gruyére e tomate, endívia, pinhões, canequinha de batatas e pães), sinfonia dos mares (com peixes e crustáceos, no fumê de peixe, com acompanhamento de batatas gratinadas), à camões (de queijo Serra da Estrela), entre outras.
Aproveite para fazer as malas e desfrute o melhor da montanha.
Mais informações nos sites:
http://camposdojordao.inf.br e http://campos-do-jordao.com
Dica do técnico
Verifique seu No-Break
O No-Break é um equipamento muito importante na composição dos equipamentos de informática da empresa. Sua função é fazer com que em uma eventual variação ou falta de energia o equipamento não seja desligado inesperadamente. Isso pode afetar a parte física do equipamento e também o software que é utilizado no mesmo, ocasionando falhas e sendo necessária a manutenção desses itens, o que conseqüentemente acaba prejudicando o funcionamento da empresa. Cada No-Break tem a sua capacidade de funcionamento por um determinado tempo, sem o uso da energia elétrica externa, variando de modelo para modelo. Ao ocorrer uma falta de energia os No-Breaks irão “segurar” os equipamentos em funcionamento por um tempo. Dentro desse tempo os equipamentos deverão ser desligados da forma convencional (como é feito todos os dias na sua empresa) e o usuário deverá aguardar a volta da energia elétrica externa para retomar o uso dos equipamentos.
Durante a falta de energia se algum equipamento se desligar mesmo estando conectado a um No-Break, é sinal que o mesmo está com a bateria danificada e deverá ser enviado para uma assistência técnica para que seja feito o seu reparo.
O tempo de vida útil da bateria de um No-Break é de aproximadamente 1 ano, por isso, verifique periodicamente seu No-Break e proteja seus equipamentos!
Guia de Automação Comercial
Nesta edição continuaremos a falar sobre a automação comercial de supermercados, abordando o assunto planejamento. Um projeto mal planejado por acabar com qualquer probabilidade de sucesso, por isso esta etapa é muito importante.
1 – Escolha de um responsável:
Nesta fase, primeiramente eleja um responsável pela elaboração do plano. Pode ser um sócio, um gerente, o responsável pela área de informática ou um consultor externo.Além de dominar todas as características do negócio, a pessoa responsável deve entender ou estar disposta a aprender sobre informática e automação. Este responsável também precisará dispor de tempo para se dedicar ao projeto do começo ao fim. Mas não basta apenas o responsável estar envolvido. O sucesso do processo de automação comercial depende do comprometimento de todos os envolvidos, principalmente dos proprietários e gerentes.
2 – Registre tudo:
Durante a etapa de planejamento, registre tudo. Faça um relatório (ou inventário) minucioso sobre todas as fases de trabalho do seu supermercado: das atividades do setor administrativo e financeiro, e da retaguarda à frente de loja. Nesse relatório, vá enumerando os principais problemas, como morosidade no atendimento ao cliente, necessidade de implantar o ECF, quebra do estoque, entre outros. A redação desse relatório é uma oportunidade para você pensar em relação a suas dúvidas, sobre o seu negócio e sobre o que espera com o investimento em automação comercial
3 – Identifique suas necessidades:
Orelatório elaborado no item 2 será útil para essa fase. Ao identificar os principais problemas do seu negócio, automaticamente você conseguirá identificar as suas necessidades. Ou seja, o que é preciso melhorar nas etapas de trabalho do seu supermercado. Com isso, ficará mais fácil saber o que você espera aoinvestir em automação comercial. Após concluir o levantamento, é necessário estabelecer uma prioridade de ação. Uma forma é começando pelas atividades que podem ser automatizadas de modo mais simples e rápido. Outra maneira é saber quais delas são realizadas de forma precária e onde a automação trará resultados positivos mais rapidamente nas suas execuções. Identificando suas necessidades, estabeleça metas, prioridades e concentre-se nelas.
4 – Procure ajuda:
Como supermercadista, você sabe como manter o mix de produtos certo, como aumentar o giro, etc… Enfim, sua obrigação é entender do seu negócio. Se até hoje você tem fugido do assunto automação porque não conhece nada sobre ele, saiba que isso não é uma barreira, pois há profissionais especializados prontos para ajudá-lo. Outra saída é visitar outros estabelecimentos comerciais que já estejam automatizados. Procure saber detalhes sobre o processo de implantação, suas dificuldades e benefícios. Existem também eventos e livros especializados sobre o assunto. Consultores e software houses especializados em automação comercial também poderão auxiliá-lo.
5 – Escolha o fornecedor certo:
Com o relatório (inventário) pronto (elaborado no item 2), com os problemas, necessidades, prioridades e metas levantadas, e depois de se inteirar sobre o assunto, é hora de escolher os fornecedores da solução, que pode ser: um consultor, uma software house, ou um revendedor especializado em automação comercial que ofereça a solução completa (o software e os equipamentos).
Não use como critério de escolha o preço dos serviços, programas ou equipamentos. Procure referências desse fornecedor e visite alguns dos clientes que já usaram os serviços dele. Sua experiência no setor, suporte técnico e treinamentos oferecidos são quesitos mais importantes do que o preço.
6 – Elabore um cronograma:
Depois de escolhido o fornecedor, elabore junto com ele um cronograma físico e financeiro detalhado de todo o processo de automação comercial.
Esse cronograma servirá para traçar alternativas no processo de implantação e apontar por onde começar. Atualmente, a maioria dos aplicativos (programas) é comercializada em módulos, e pode ser interessante, financeiramente, dividir sua aquisição em diversas subetapas. Essa montagem de alternativas também permite avaliar as vantagens e desvantagens de recorrer ao financiamento de terceiros (como leasing e empréstimos bancários, entre outros) para aquisição de programas e equipamentos.
7 – O software em primeiro lugar:
Um dos principais erros em um processo de automação é a aquisição de equipamentos antes da escolha do programa a ser adotado. Sabendo exatamente o que se quer de um sistema de Automação Comercial fica mais fácil escolher o software (programa/aplicativo) adequado. Lembre-se que a finalidade básica de um programa é resolver os seus problemas. O software pode ser desenvolvido especialmente para a sua empresa. Nesse caso, o custo é mais alto, mas em compensação você terá um programa feito sob medida para atender todas às suas necessidades.
Outra alternativa são os programas disponíveis no mercado conhecidos como pacotes, prontos para ser usados. É uma opção interessante, pois, além de mais baratos, eles podem ser utilizados em todas as áreas do seu negócio e ainda permitem algumas adaptações para atender às suas necessidades individuais. Na escolha do programa, lembre-se que a tendência é o seu supermercado evoluir. Portanto, esse software deve prever o crescimento do negócio.
8 – Primeiro o programa, depois os equipamentos:
Além da compatibilidade com o programa a ser adotado, há outros quesitos a serem observados na escolha dos equipamentos de automação comercial, como capacidade (não compre um microcomputador com tecnologia obsoleta, ou seja, fora de uso / antiga). Vale mais a pena comprar um equipamento mais caro, mas com vida útil também mais longa. Verifique os serviços de assistência técnica e o período de garantia do produto. O mesmo vale para outros equipamentos, como os periféricos (impressoras de cheque, scanners, balanças eletrônicas, entre outros).
Não compare só o preço, mas o custo/benefício de cada um deles. Um scanner pode ser mais caro do que o outro, por exemplo, mas em compensação ele pode realizar a leitura de código de barras mais rapidamente e com menos probabilidade de erros.
9 – Pense no futuro:
Dimensione o sistema e equipamentos pensando na evolução do negócio e não apenas nas suas necessidades atuais. O sistema de automação tem que estar preparado para esse crescimento. Com certeza o seu movimento crescerá e, com isso, aumentará o número de itens em seu estoque, obrigando a um controle maior sobre eles. Conseqüentemente, aumentará a necessidade de se possuir um controle financeiro mais eficiente, um melhor controle sobre os fornecedores e assim sucessivamente, numa verdadeira reação em cadeia.
Fonte: Revista Automasoft
Humor
Desesperado, o chefe olha para o relógio, e, já não acreditando que um funcionário chegaria a tempo de fornecer uma informação importantíssima para uma reunião, liga para o cara:
- Alô! – atende uma voz de criança, quase sussurrando.
- Alô. Seu papai está?
- Tá… – ainda sussurrando.
- Posso falar com ele?
- Não – disse a criança, bem baixinho.
Meio sem graça, o chefe tenta falar com algum outro adulto:
- E a sua mamãe? Está aí?
- Tá.
- Ela pode falar comigo?
- Não. Ela tá ocupada.
- Tem mais alguém aí?
- Tem… – sussurra.
- Quem?
- O “puliça”.
Um pouco surpreso, o chefe continua:
- O que ele está fazendo aí?
- Ele? Ele tá conversando com o papai, com a mamãe e com o “bombelo”…
Ouvindo um grande barulho do outro lado da linha, o chefe pergunta assustado:
- Que barulho é esse?
- É o “licópito”.
- Um helicóptero?
- É. Ele “tlosse” uma equipe de busca.
- Minha nossa! O que está acontecendo aí? – o chefe pergunta, já desesperado.
E a voz sussurra, com um risinho travesso:
- Eles tão me “ploculando”
Dica de passeio – Resort Quedas D’Água
Que tal passar o dia ou final de semana em um resort que oferece várias atrações e um preço acessível? O Resort Quedas D”Água fica a 50 minutos do centro de São Paulo e tem como atrações toboáguas, saunas, piscina aquecida, restaurante, chalés, pesqueiro, trilhas, rio, cachoeira, área de camping, salão de festa, quadras de vôlei, futebol e basquete, churrasqueira entre outros.
Gostou? Ligue: (11) 4026.1155 / 4026.1345 ou acesse: www.quedasdagua.com.br
Resort Quedas D’Água
Rod. Castelo Branco Km 63 – Itu – SP
(indicado por Karina Martines – Autobyte)

